As divisões do trabalho variam de acordo com a capacidade dos trabalhadores em exercê-las, desde as mais simples até as que necessitam de maiores conhecimentos ou produções de especialistao longo da história, o trabalho apresenta formas de exploração da mão de obra proletária, ou também da força intelectual, prejudicando suas condições emocionais, bem como sua capacidade produtiva.
Devido à exploração, os trabalhadores passaram a lutar por condições mais dignas no exercício de sua profissão, como a diminuição da jornada de trabalho, horários de descanso, equipamentos de proteção, períodos de férias, dentre outros, que se constituíram como leis trabalhistas e variam de país para país.
Os primeiros países a reconhecer os direitos dos trabalhadores foram França, Inglaterra e Alemanha, mas no final do século XVIII muitos ainda não haviam implantado essas leis.
Em 1º de maio de 1886, houve um movimento da classe trabalhadora americana na Haymarket Square, fazendo uma manifestação, paralisando a produtividade
contra a falta de direitos e as condições desumanas de trabalho, diminuição da jornada de trabalho de treze para oito horas, fim do trabalho infantil, etc.
A polícia interveio lançando bombas que acabaram por matar quatro manifestantes e três policiais, fato que levou o Congresso Socialista, realizado em Paris, a escolher o dia como uma Homenagem aos Trabalhadores, a partir de 1889.
No Brasil, os direitos trabalhistas surgiram no governo de Getúlio Vargas. Foram concedidos aos trabalhadores: o registro em carteira de trabalho, a jornada de oito horas diárias, férias, décimo terceiro salário, além de o país ter adotado um piso salarial – o salário mínimo.
Por Jussara de Barros - Graduada em Pedagogia.
